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domingo, 23 de fevereiro de 2014

EM GRANJA, OPERAÇÃO CONJUNTA ENTRE POLÍCIA MILITAR E POLÍCIA FEDERAL PRENDE QUATRO PESSOAS E APREENDE CARGA DE CIGARROS AVALIADA EM CINCO MILHÕES.


Durante a madrugada de quinta/sexta-feira (20/21), o comandante da 3ªCIA/3ºBPM, Major Assis Azevedo, comandou com êxito uma operação policial em conjunto com a Polícia Federal do Piauí que culminou com a prisão de quatro pessoas e a apreensão de uma carga avaliada em torno de R$ 5.000.000,00.
Os policiais desencadearam a operação no início da noite de quinta-feira, 20, e reuniu cerca de 17 policiais militares e 09 policiais federais.
Militares e federais já vinham investigando os modus operandis da quadrilha há meses. Na noite de quinta-feira, policiais da Delegacia de Polícia Federal de Parnaíba receberam uma informação que um grande carregamento de cigarro contrabandeado sairia naquela noite da região litorânea de Chaval ou Barroquinha.


EM GRANJA, VEREADOR É PRESO APÓS LESIONAR SARGENTO DA PM.

Sargento Juvenildo Galdino
Durante a noite de quarta-feira, 19, um vereador foi preso após ter sido flagrado pela polícia militar espancando um sargento da polícia em um estabelecimento comercial.
De acordo com informações chegadas ao Camocim Polícia 24h, uma patrulha do Ronda do Quarteirão da cidade de Granja havia sido acionada para uma ocorrência em que um homem estava batendo violentamente em seu inimigo. Sem perda de tempo os policiais chegaram ao local e se depararam com o vereador Raimundo Félix desferindo vários golpes, socos e chutes, no sargento da PM Juvenildo Galdino. Os policiais intervieram na confusão e prenderam o agressor. O sargento foi levado ao hospital com lesões no olho direito, no joelho e na perna esquerda.
Após ser medicada, a vítima foi conduzida juntamente com o acusado para a DPC de Camocim onde foi expedida guia para exame de corpo de delito para o sargento.  O delegado plantonista instaurou contra o vereador, o Inquérito nº 430-651/2014 com base artigo 129 do CPB (lesão corporal).
Reincidente
No dia 09 de julho de 2009 aconteceu um outro episódio envolvendo o mesmo vereador e o sargento. O policial de serviço teria sido acionado para atender uma ocorrência em que o som de um paredão estava perturbando o sossego da população. Ao chegarem ao local, o vereador teria partido para cima do sargento, chegando a lesioná-lo e a proferir palavras de baixo calão contra ele. O vereador teria sido preso e conduzido para a delegacia e indiciado por desacato a autoridade. Em razão do  crime, em novembro de 2013 Raimundo Félix teria sido condenado pela justiça de Granja a qual ainda teria suspendido seus direitos políticos. (Reveja a matéria AQUI)
Efetuaram  a prisão: Sds R. Nascimento, Valterney, Moraes e Hernandes

Camocim Polícia 24h

NOVE CRIMINOSOS SÃO MORTOS EM CONFRONTO COM A POLICIA APÓS EXPLODIREM CAIXA ELETRÔNICO.

Criminosos foram cercados após explosão a caixa eletrônico em Itamonte. Pelo menos 9 bandidos foram mortos na ação e 5 pessoas ficaram feridas.
Uma troca de tiros entre uma quadrilha de assaltantes e policiais terminou com a morte de pelo menos nove criminosos e deixou cinco feridos, entre eles um policial civil, durante a madrugada deste sábado (22) em Itamonte (MG). Segundo a Polícia Civil,  quadrilha agia em várias cidades do interior de Minas Gerais e de São Paulo.
Segundo a Polícia Civil, por volta das 2h os criminosos explodiram caixas eletrônicos do Banco Bradesco e durante a ação, foram cercados pelos policiais, que já tinham informações sobre a possibilidade do assalto. O grupo estava dividido e se dirigiu para duas agências da cidade.
Durante a ação, houve troca de tiros e nove suspeitos morreram baleados. Os corpos foram levados para o IML de São Lourenço (MG).
De acordo com as primeiras informações da polícia, oito suspeitos mortos eram de Mogi das Cruzes (SP) e um era de Itanhandu (MG). Um policial civil foi atingido no ombro por um disparo feito por um fuzil. Ele foi socorrido em um helicóptero e levado para São Paulo (SP).

PROCURADOR DO ESTADO É DETIDO EM SOBRAL E SOLTO APÓS PAGAR FIANÇA.

Nesta madrugada de sábado (22/02), por volta das 03h00min da manhã, a composição 1201 do Ronda do Quarteirão, prendeu em flagrante delito o procurador do estado e advogado Reno Ximenes Ponte.
De acordo com os policiais militares, uma garota havia feito uma denúncia dando conta de que um homem havia tentado apalpar seus seios usando da seguinte expressão obscena: "hoje vou lhe comer".

OUTRA ACUSAÇÃO...

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Recém-nascido morre no HGF após avó recusar transfusão de sangue

Leonardo Bezerra | 18h31 | 23.12.2013

Procedimento médico vai de encontro à religião da avó


Um bebê recém-nascido morreu no setor de Neonatal do Hospital Geral de Fortaleza (HGF) após a avó recusar que fosse realizada uma transfusão de sangue que poderia salvar a criança. Segundo Antônia Lima, promotora de Justiça de Defesa da Infância e Juventude do Ministério Público Estadual (MPE), a avó da criança, que é Testemunha de Jeová, não autorizou a transfusão porque o procedimento médico vai de encontro à sua religião.
Assistentes sociais do HGF entraram em contato com o MPE pedindo intervenção no caso, entretanto, não houve tempo hábil para autorizar a transfusão de sangue. FOTO: José Leomar/Arquivo
A mãe, por ser uma adolescente de 15 anos, não poderia responder pela criança e tentava desde sexta-feira (20) convencer a avó a necessidade da transfusão de sangue, segundo informou a promotora Antônia Lima. Ainda de acordo com o MPE, a informação do óbito foi repassada à promotora às 11h desta segunda-feira (23). As causas que levaram o bebê ao HGF e data de entrada no hospítal ainda não foram divulgadas. 
Nenhuma informação sobre o caso foi dada à Redação Web do Diário do Nordeste pelo HGF. Segundo o hospital, "devido a delicadeza do caso, qualquer informação sobre o estado de saúde dos pacientes, atendidos no HGF, apenas só podem ser repassadas com autorização prévia da família", ressaltando que "neste caso, especificamente, os parentes não autorizaram qualquer divulgação".
A promotora afirma que vai recomendar à Justiça que a avó da criança responda criminalmente pelo caso. "Nós entendemos que a avó, ao não permitir que a criança tomasse sangue assumiu o risco pela morte da criança, então já é um [homicídio] doloso", argumenta Antônia Lima.
Com informações da repórter Luana Lima